Agora que Siri Hustvedt anda por aí a apresentar "Fantasmas", o seu livro mais recente e mais dorido, recomendo muito que vejam este documentário.
A realizadora contou que estava em casa deles, a conversar com Paul Auster, quando Siri Hustvedt entrou, comentou algo que tinha lido, e começou a ler em voz alta para todos. Epifania.
Vi a estreia na Berlinale. No final, ao avançar para o palco pelo meio do público que aplaudia de pé, Siri fez algo que me acrescentou ao fascínio que sinto por ela: enfiou as mãos nos bolsos traseiros das calças, e caminhou com o seu passo elástico de quem sobrevoa o mundo para o ver melhor.
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