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25 janeiro 2022

férias, confirmou ela

 



Esta manhã também não houve novidades quanto ao pão e à manteiga. 
O Murphy foi mesmo de férias. 

Quando voltar, aviso. Até lá, aproveitem bem!

(e não: não pensem que o pão esta manhã me caiu em cima da horta)


24 janeiro 2022

relatório de actividades

 

Bem. Vou comprar pão, por causa do Murphy nosso de cada dia.

Se me acontecer alguma coisa no caminho, já sabem de quem é a culpa. Se não me acontecer nada: até já!



férias

 

Caso alguém se esteja a perguntar o que aconteceu hoje ao Murphy:
Nada. Deve ter ido de férias.

(Mas tenho de arranjar de não me esquecer de ir comprar pão, para o desgraçado não se ver obrigado a regressar antes do tempo.)


23 janeiro 2022

horas extraordinárias


Chegados ao domingo, o Murphy descansou: pão, e manteiga, e café, sem nada cair em cima de nada (nem sequer o segundo café em cima do teclado), tudo como deve ser. Deve ser cristão.

Judeu é que não é, porque no sábado - ontem - esmerou-se: além de não ter pão, e me ter visto obrigada a comer flocos de aveia, mais tarde ocorreu-me que tinha estado a comer aquela mistela mesmo em frente a uma caixa cheia com alguns dos meus bolos favoritos.

Ao sábado, o Murphy faz horas extraordinárias. Grande parvalhão.


22 janeiro 2022

the ultimate Murphy

Esta manhã não tinha pão para pôr a manteiga.

(Lá tive de desenrascar o pequeno-almoço com flocos de aveia.)

20 janeiro 2022

o Murphy hoje acordou assim

 

Esta manhã comi três fatias de pão com manteiga, e não me caiu nenhuma nem ao chão nem no colo.
Mas isso foi depois de me ter apercebido de que o Joachim tinha saído de casa sem o telemóvel, e de ter corrido atrás do carro dele pela rua fora, em camisa de dormir e de pés descalços na neve a gritar "hey! hey!" como se na rua não houvesse vizinhos.
Não me ouviu.

Portanto: não sei o que pensar hoje sobre o Murphy.

PS. O dia, esse, acordou lindo.
(Na Olympus)



19 janeiro 2022

nem um bocadinho, mas...

 

Esta manhã a fatia de pão que eu estava a comer caiu. E com o lado da manteiga para baixo, em cima das minhas calças lavadas de fresco - como não podia deixar de ser.

Não me incomodou nem um bocadinho, mas, se amanhã voltar a acontecer: alguém conhece um neurologista que faça preço de amigo?

(Oh, pouco barulho, Murphy! Ninguém te perguntou a opinião.)


18 janeiro 2022

nem um bocadinho

Esta manhã a fatia de pão que eu estava a barrar caiu. E com o lado da manteiga para baixo, como não podia deixar de ser.

Mas não me incomodou nem um bocadinho. 

Embrulha, Murphy. 

09 junho 2015

vende-se Canon IXUS a sebastianistas

Praticamente nova, muito elegante e leve, com vários modos criativos, nomeadamente fantásticos efeitos de nevoeiro no horizonte.

Para quem escreve Estilo e Desempenho com letras grandes! Excelentes enquadramentos com um zoom óptico de 10x, ultra grande angular, Wi-Fi para partilha imediata online.

[ zoom de 10x - objectiva ultra grande angular de 24 mm - ZoomPlus de 20x - HS System: CMOS 12,1 MP e DIGIC 5 - intelligent IS - Wi-Fi para partilha fácil; GPS através de dispositivos móveis - LCD PureColor II G de 7,5 cm (3,0") - Smart Auto (58 cenas). Hybrid Auto - filmes Full HD - ID de rosto - disparo a alta velocidade - modos criativos ]

(Maldito Murphy! Se te apanho de noite numa rua escura...)






os patinhos feios



Nasceram cinco cisnes no meu lago. Aproveitando o Murphy hoje estar um bocado dorminhoco, cheguei bem perto da água para os fotografar. Não escorreguei, nem fui atacada pelo pai (acho que era o pai, o que andava a pescar para alimentar a família, e deixava os pequenos entregues à mãe - afinal de contas, ainda só estamos no 1º quarto do século XXI na Alemanha...).

Mas houve um momento em que achei que estava a provocar demasiado o Murphy, quando o cisne da frente começou a abrir as asas e a erguer o corpo da água, parecia que ia começar a levitar na minha direcção. Nem fotografei - tratei de me fazer à minha vida o mais rapidamente que consegui. 


hoje o Murphy acordou a dormir

Liguei o computador, fui buscar o primeiro café da manhã, pus o computador a abrir o correio e fui ao portátil dar uma espreitadela no facebook (é uma estratégia nova para me disciplinar: um computador para trabalho e outro para lazer - se tiver o do lazer quatro andares abaixo ou acima do de trabalho, nem preciso de fazer mais exercício, vou ficar com uns glúteos formidáveis e já posso comer o Lindor todo sem o esconder de mim própria nos confins do frigorífico).

Pois bem: algum dia teria de acontecer, e foi hoje. Ao afastar o portátil para espreitar o correio, entornei a chávena de café ainda cheia.

Acho que hoje o Murphy acordou a dormir, porque não se estragou nem a máquina fotográfica, nem o teclado, nem o telemóvel. E descobri que os papéis todos que tinha naquela parte da mesa, e que me pareciam tão importantes e me andam há semanas a pesar na consciência porque ainda não lhes dei vazão, afinal não valiam nada. Apontamentos sem importância, recibos que não posso apresentar nas finanças, listas to-do que já passaram à história.

(sabem aquela pessoa que tinha duas pilhas de papéis, uma "problemas que o tempo há-de resolver" e a outra "problemas que o tempo já resolveu", e o seu trabalho consistia em passar as folhas de uma pilha para a outra?)

Enquanto triava aquela sopa castanha de papéis lembrei-me de uma vez que estava com um stress danado no trabalho, milhares de coisas urgentes e importantes para fazer, e apanhei uma gripe do caixão à cova. Deitada na cama, a recozer em febre, pensei no trabalho todo à minha espera e dei-me conta de que nada daquilo era realmente importante.

Simpático, o Murphy, hoje: além de não me tramar a vida, ainda me ajuda a recentrar e livr-me de um bel pilh de ppéis que só me limentvm os sentimentos de culp.

Eh, l´! O Murphy cordou! O tecldo est´sem " ".

(Triste vid .)