Na semana passada, a semana de Páscoa, o tema no Largo (sabem? aquele grupinho que todas as semanas escreve sobre um tema) (como fico largas temporadas sem escrever, depois tenho de explicar tudo de novo a partir do início...) o tema no Largo, como ia dizendo, era: "o que faz falta". Passei toda a semana a pensar que o que faz falta é silêncio. E se não for possível o silêncio, pois que seja o diálogo. Mas o diálogo feito de pontes, e não a berraria entre as trincheiras deste nosso tempo. E se não for possível esse diálogo, pois que seja a tranquilidade.
À falta do silêncio, aqui deixo pequenas sementes de tranquilidade, interpretações de um tema só:
E agora, para algo diferente, e igualmente belo:
Deixei o Schubert para o fim, porque foi com ele que aprendi que a música salva: foi a minha tábua de salvação para não soçobrar com o filme "Amor", de Michael Haneke. O que faz falta.
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