O filme (aqui) em que Noah Bendiz-Balgley, concertmaster dos Filarmónicos de Berlim, conta como se apaixonou pelo seu violino lembrou-me aquela vez em que o Guy Braunstein
(esperem, tenho de dizer isto de outra forma)
aquela vez em que o Guy
Braunstein me contou uma história semelhante:
Experimentou um violino, foi amor à primeira nota. Nunca mais o largou. O que foi chato, porque o violino não estava à venda, e a lei da oferta e da procura nesses casos tem uma curva bastante íngreme.
Estes violinistas a falar dos violinos lembram-me as descrições dos livros do Harry Potter sobre como comprar uma varinha mágica.
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