O dia começou bem: o condutor do autocarro viu-me a correr o mais depressa que podia (ou seja: devagar, para não escorregar no gelo), esperou e até me fez sinais de luzes para eu saber que esperava.
Agradeci-lhe, claro.
Parece estrangeiro, talvez tenha raízes num daqueles países vagos que suscitam desconfiança e ímpetos de “remigração”…
E assim vai a vida na Alemanha: cem anos depois, não aprenderam nada. Continua a ser tão fácil usar a receita do ódio contra uma minoria!
Sem comentários:
Enviar um comentário