Partilho dois posts que publiquei no facebook com alguns dias de diferença. A minha vida na internet dava uma novela...
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Enquanto gozava a minha rica Páscoa parece que passaram na RTP uma entrevista que não me lembro de ter dado (ui, que chique sou: agora tenho sósia, como os famosos!) (ou sósia, ou Alzheimer...) e uma catrapazada de pessoas decidiram que queriam ser minhas amigas no facebook.
Vá lá que foi só um almoço e um passeio numa floresta linda aqui perto. Se tivesse - sei lá - partido numa caminhada de uma semana inteira, no regresso o mais certo era já estar quase a fazer concorrência à Cristina. Ou ao José Rodrigues dos Santos...
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Há dias, depois de o programa sobre o meu blogue ter sido passado logo a seguir à Urbi et Orbi e dezenas de pessoas me terem pedido aqui amizade no espaço de alguns minutos, escrevi um post bem humorado dizendo que “catrapazadas de pessoas queriam ser minhas amigas no Facebook “, e continuava com um dos disparates do costume, desenvolvendo a ideia de esta popularidade repentina ser resultado de ter estado ausente do Facebook durante umas horas. Se tivesse saído por uma semana, ficava mais popular que a Cristina...
Acabei de receber uma mensagem de uma pessoa que não gostou do ‘catrapazada’ porque sentiu que teria sido invasiva por me ter pedido amizade, e a seguir me bloqueou.
Cataspazada, para mim, é apenas “uma grande quantidade” . Estava a falar de um facto, sem qualquer juízo de valor.
Amigos: dêem um desconto, que em tempos de covid andamos todos um bocado descarrilados. Não entrem numa de kamikazes de vós próprios. Aquela pessoa que saiu daqui tão ofendida, sem sequer dar uma possibilidade de explicações, não me vai fazer falta nenhuma, mas fechou a si própria a possibilidade de se rir aqui todos os dias com as nossas conversas.
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