18 novembro 2011

tenho tanto para contar, mas há gente que tem ainda mais, e mais importante, e melhor

A Rita continua imparável e excelente: contos exemplares I, contos exemplares II, contos exemplares III, contos exemplares reloaded.

A Helena Ferro Gouveia sintetiza num breve post várias tragédias africanas, e é tudo insuportável: Sobre o poder do jornalista e a sua impotência.

A Fernanda Câncio, sobre o luto da amizade: citius, altius, fortius.

3 comentários:

Maria Bê disse...

Senhora General,
(bate continência, postura erecta demonstrando respeito)
Adorei os outros links (os posts da Rita são imperdíveis) e tomei mesmo a liberdade de fazer copy-paste do último. Não inteiramente, porque acho que perder um amigo nos deixa sempre mais frágeis, mas no essencial.
Um dia gostava de escrever como vocês, caramba. Nos entretantos vou desenhando gráficos e fazendo umas contas.
Um sorriso afectuoso!

Helena disse...

Maria Bê,
outro sorriso afectuoso de volta!

Helena disse...

Maria Bê,
ainda estás aqui?
Estou a tentar comentar no teu blogue, mas ele não me aceita os comentários. Então, o que se segue é para o teu post "Mais lenta, mais fraca, e mais baixa":



E eu que só hoje cá vim, e já comecei a gostar?...

Concordo e não concordo com a Fernanda Câncio. Penso que perder um amigo nos deixa mais fortes quando a gente tem a coragem de ver que já não era um amigo, que já era apenas um hábito que nos corroía por dentro. Nesse sentido, nem sequer chegamos a perder o amigo, já não o era há muito.

Mas também concordo contigo: uma pessoa compõe-se de muitas peças - essas relações que estabelece com aqueles que ama. Se um deles se vai, leva um bocado.