Este filme, aparentemente ingénuo, levanta questões interessantes. Primeira: atão, atão, atão... Jesus têm outras?... (Claro - porque não?) Segunda: atão, atão, atão... haveria outras maneira de interagir com Jesus, da primeira vez que nos visitou? A História podia ter sido diferente? (Sinto-me pessimista. Vejo como, apesar de sabermos perfeitamente o que aconteceu há cem anos na Europa, caminhamos a passos largos e decididos em direcção ao mesmo abismo.) Terceira: e se inventassem uma nave espacial que nos levasse ao planeta deste homenzinho verde, e se emigrássemos para lá - iríamos aprender com esse povo, ou iríamos contaminá-lo com o, digamos assim, nosso pecado?
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