07 abril 2018

outra vez a discussão sobre as vacinas...

Na Enciclopédia Ilustrada falou-se do sarampo, e - como era inevitável - num dos posts apareceu alguém a questionar a necessidade de vacinas.

Trago de lá uma síntese que descreve muito bem como é que estes debates (não) funcionam:



Não adianta. Discutir argumentos científicos com pessoas anti-vacinas é como tentar jogar à canastra com alguém que insiste em usar as cartas do Uno.

Correndo o risco de a estar a repetir aqui, conto a história de uma médica berlinense que se fartou deste tipo de discussões com os pais, e agora se limita a dizer: "não é preciso vacinar todas as crianças - basta vacinar aquelas que não querem deixar morrer."


2 comentários:

Mafalda Oliveira disse...

Quando as pessoas decidem que têm razão não vêm mais nada. E nem se trata de quem tem razão. Trata-se de egoísmo e egocentrismo. Aquilo que juntos conquistámos, alguns querem pôr em risco. Para... Serem diferentes?!
Ainda não entendi o propósito...

Vítor Santos Lindegaard disse...

Também já me calhou discutir vacinas com esse rapaz. A minha avó diria, nesta situação, "gabo-vos a paciência". E tu sabes bem o que ela queria dizer com isso. Mas eu digo agora "gabo-vos a paciência" noutro sentido – no sentido literal. É que, por inglório que seja, há que continuar a fazer esse trabalho. E a paciência para continuar a fazê-lo quando se discute com malta assim merece mesmo ser louvada.