Gostei do vídeo, e estava tentada a concordar com todos os comentários que lá escreveram. Mas no entretanto voltei a um livro que tenho andado a ler, traduzido do inglês para o brasileiro, e ocorreu-me que certas alterações na língua não advêm da alegria de experimentar, digamos assim, mas da preguiça ou ignorância.
- Chamai-me pedante, e ainda hadeis (plural de hades) todos de ver como elas mordem.
Acrescento ainda: num tempo em que (felizmente!) todos têm acesso à escrita, e não apenas uma elite, a língua é exposta a muitas tensões. Não sei se aplaudo ou critico, mas é algo com que teremos de aprender a conviver.
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