10 janeiro 2013

"Jantar de Perdição"



Atenção, berlinenses: o Instituto Camões está a convidar para o segundo jantar literário. Depois de Eça de Queirós, é a vez de Camilo Castelo Branco e o seu Amor de Perdição. Vai ser no dia 31 de Janeiro, pelas 20 horas, no Hotel Pestana Tiergarten. A Leitora do Instituto Camões, Luísa Coelho, fará uma breve apresentação da obra deste escritor, e será servida uma refeição romântica com iguarias típicas da culinária portuguesa.
O jantar custa 25 Euros por pessoa. Inscrições até ao dia 20 de Janeiro. Mas - conselho de amiga - se querem mesmo ir, inscrevam-se já, porque os lugares disponíveis esgotam rapidamente.

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Atenção, leitores: e que tal fazermos aqui um brain storming sobre os pratos que podiam ser servidos num "jantar de perdição"? A caixa de comentários está à vossa disposição.
A melhor sugestão leva como prémio a minha receita de brownies de perdição  (sim, que se algum responsável de Saúde Pública me apanha nesta flagrante, ainda me arrisco a dez anos de degredo).


7 comentários:

Pedro disse...

Perdição para mim tem de ser alguma coisa conventual (chamem-me freirático, mas eles é que a sabiam-na toda). Portanto, e dentro da panóplia disponível, a barriga de freira. Até o nome é sugestivo.

Helena disse...

Pedro,
mas que valente gargalhada me fizeste dar agora!

Pedro disse...

:D

Helena disse...

Viste, Pedro? Mais ninguém se chega à frente. Provavelmente estão todos a pensar que já ganhaste o concurso, que nem vale a pena tentar concorrer com um prato de perdição, porque assim como assim já está perdido.
;-)

Pedro disse...

Quer-me parecer é que está tudo em dieta. Isto depois das festas, está tudo de regresso ao ginásio. E de boca fechada...

Gi disse...

Jantar de perdição com iguarias portuguesas? Em Berlim não deve ser possível fazer uma dourada ou um robalo grelhados como aqui no Algarve. Nem um cozido como o das Furnas nos Açores. Nem o bife de atum com milho frito que se come na Madeira. E peixinhos da horta, arranja-se? E pastéis de nata, daqueles mesmo bons, cujo creme quase se derrete e a massa é estaladiça sem ser mole nem dura?

(Melhor parar por aqui)

Maria B disse...

Que giro, estou tão perto da Gi! Poderia sugerir Dons Rodrigos, mas, no contexto, a Barriga de Freira é realmente imbatível:)