15 novembro 2011

Brahms, clarinete, filarmonia

Hoje à hora do almoço podem encontrar-me no foyer da filarmonia, sentada no chão, bem perto dos músicos. Estava a pensar levar uma almofada de borracha para me proteger do frio, mas não deve ser preciso: duvido que alguma parte de mim toque o chão.
(o clarinetista é que nem sonha que tem estes dotes de levitador)



Por curiosidade, a mesma peça, mas com a viola a fazer a parte do clarinete:

6 comentários:

Paulo disse...

Voaste pelos ares da Filarmonia?
Isto é muito bonito, seja com clarinete ou com viola.

Carlos Azevedo disse...

Muito bonito. De facto, "viver em Berlim" (cito a etiqueta) é outra coisa! :-)

(por cá não se encontra um programa musical à hora de almoço, mas, a bem da verdade, receio bem que, se existisse, não teria público)

Helena disse...

Nem sequer os reformados?
O foyer da filarmonia enche. Não sei contar pessoas, mas devem ser bem mais de mil. Vêm a pé, de bicicleta, de autocarro. Provavelmente trabalham ali perto, e usam assim a hora do almoço. Ou são turistas, há lá muitos.

Carlos Azevedo disse...

Helena, é outra realidade... :-(

(e imagine como será a partir de agora, que se aproximam tempos de vacas ainda mais magras -- embora a falta de público não se justifique, quanto a mim, apenas pelo facto de o poder de compra dos portugueses ser inferior)

Helena disse...

Carlos, olhe que estes concertos são gratuitos. Os que são a pagar também enchem, mas estes são gratuitos.

Carlos Azevedo disse...

Helena, a justificação não é tão-só financeira, mas também o é. Muito bem faz em aproveitar o que tem à sua disposição! :-)