28 março 2011

e então, nos intervalos da escola, do computador, do futebol, dos amigos, do xadrez e de dar cabo da paciência à mãe dele, o rapaz faz isto:



(peço desculpa pela péssima qualidade de som e imagem, mas as coisas são como são, e por acaso até melhoraram - lembram-se daquele Natal em que aqui deixei umas pecinhas de Bartók com imagem mas sem som? é só para verem como a técnica tem evoluído neste blogue. Além disso, nem era suposto gravar nada, e muito menos fazer um post disto, mas a pedido de várias famílias vejo-me obrigada a abrir uma excepção)
(há bocado estivemos a ver o vídeo, e ele comentava "aqui devia ter sido mais rápido" "esta passagem saiu muito pesada" "aqui está muito bonito" etc. - música é um prazer e um trabalho que não acabam, e ser mãe de um rapaz assim idem)

18 comentários:

Teresa disse...

Infelizmente o meu pc está uma lástima e não consigo ver e ouvir em condições. No Colosso é impossível, não temos acesso ao YT.
Mas adorei a autocrítica do artista. :))))

(resposta ao teu mail mais tarde, só vi esta manhã)

Laura Barile disse...

Lindo!

Helena disse...

Teresa, a gente resolve-te esse problema: eu telefono-te e ponho o computador a tocar...

Desenrascanço é connosco! ;-)

Para um artista, ouvir uma gravação sua às vezes deve ser muito pesado - a gente não ouve como sentiu quando tocou.
Sorte a do Mozart, e até do Liszt, etc., que não tinham de se ouvir duas vezes.

Helena disse...

Laura,
:-)))))

sem-se-ver disse...

ui ui, não fazia ideia! parabéns!! beijos muitos ao mocinho!

(luxo o teu, hein? e sim, ele tem razão nas auto-críticas que fez, o que só quer dizer uma coisa - vai longe com tao apurado sentido!!)

Teresa disse...

Está crise, querida. Livra-te! Mas já estou derretida com o post do nosso Paulinho. Vai ver, jÁ!!!

Helena disse...

Teresa,
à hora a que escreveste já eu estava a fazer meia-noite. Mas a minha manhã começou muito bem, ali para os lados do Valkirio.

Helena disse...

sem-se-ver,
obrigada, e luxo mesmo: é um prazer viver numa casa onde alguém estuda música assim.

Lucy disse...

Que bonito... encheu-me de esperança, nem sei bem dizer porquê.
Parabéns a toda a família!

Helena disse...

Obrigada, Lucy.
Às vezes também me dá assim uma suspeita de que o futuro já foi pior...
;-)

ChloeP disse...

Adorei!! "Quem me dera tocar piano assim" disse o meu jovem pianista de estimação. "Lindos braços e mãos relaxados" digo eu. beijos

Helena disse...

Chloe,
eu bem digo que o céu é o limite...
;-)

io disse...

oh! O meu comentário, amiga? onde está o meu comentário? Deixei aqui ontem um comnetário e afinal ele não aparece? Anda para aí escondido ou perdeu-se sabe-se lá por onde: Mathias, campeão: que maravilha, miúdo! Continua, continua, continua. Mais lento, mais depressa, mas com este igual empenho e sentimento. Que maravilha!

Helena-mãe: os meus parabéns pelo rebento. Com filhos assim, não há crise, não há crises! Um beijo repenicado para ambos

Helena disse...

io,
dei uma vista de olhos e não encontrei o teu comentário perdido. Talvez mais tarde, quando fizer a barrela anual, o encontre (talvez debaixo de uma almofada, talvez entre as páginas de um livro?)
No entretanto, fica este.

Obrigada!

mdsol disse...

:))))


[Parabéns ao pianista, à mamã,...]

Helena disse...

Obrigada, mdsol.
Os parabéns vão todos para o artista. A mamã limita-se a fazer como Maria no Evangelho: a ver e a guardar no coração.
Vá, e a contar por aqui... ;-)

Teresa disse...

Helena, acreditas que sempre adorei esse versículo do Evangelho Segundo S. Lucas?
E que não poucas vezes me apeteceu transcrevê-lo a propósito da minha princesinha felpuda de olhos azuis, que diariamente cresce em estatura e em graça, enquanto eu vou guardadndo todas essas coisas no coração? Só não o fiz por demasiado irreverente, e porque haria certamente quem quisesse saltar-me em cima de imediato. :)))

Helena disse...

Teresa,
não sei qual será o problema de uma pessoa se identificar com maneiras de estar numa situação que venham descritas na Bíblia.
Quem ler uma coisa dessas e te saltar em cima só pode ser caso de leu mas não percebeu.