14 novembro 2012

o que será? que será?


Aqui jaz um pássaro cor-de-laranja, aquele que foi o primeiro brinquedo do Fox. E uma ratazana amorosa - provavelmente o último brinquedo do Matthias.

Junto à mesa onde trabalho, o Fox transforma o tapete num autêntico campo de batalha.
O Joachim olha para o desastre, e diz: "Fox, arruma!"
O Fox arrebita meia orelha, e nada. Será que é surdo?
Ou será que não entende português? Ou será que estamos perante um problema grave de autoridade?

12 comentários:

Pedro disse...

Perante um olhar amoroso como esse, quem é que ousa ser autoritário? Só o Romeiro! ;)

Helena disse...

E a fotografia está escura. Ele ao vivo e com luz é ainda mais desarmante.
:)

Paulo disse...

Já experimentaram falar-lhe em Berlinês?

Helena disse...

:)
Era o que mais faltava termos um cão que fala uma língua que mais ninguém fala, cá em casa!...
(eh, pá - queres lá ver que o bicho andou a aprender turco aí pelas ruas?)

Gi disse...

O teu marido alemão dá ordens ao cão em português??? E o cão faz orelhas moucas???
Fox a primeiro-ministro, já! ;-)

Helena disse...

Gi, mas que bela gargalhada me provocaste agora!

Paulo disse...

ahahahahahahahah

Goldfish disse...

Na minha experiência os cães têm uma certa tendência para a surdez quando lhes convém. Agora que penso nisso, o meu avô também - deve ser sabedoria!

mdsol disse...

Não resisto a deixar uma salva de

clap! clap! clap!

ao comentário da Gi e à gargalhada da Helena.

:)))

Helena disse...

:))) para todos!
A vida nestas caixas de comentários às vezes é muito divertida.

Cristina Gomes da Silva disse...

Mas que comentário divertido, o da tua amiga Gi!
Já agora conto também uma estória de canitos: há uns anos (9, masi propriamente)tive uma cadela linda, encontrada na rua não se resistiu a trazê-la para casa. À medida que a minha barriga ia crescendo, estava grávida de 5 meses quando foi encontrada, a Alma crescia também e rapidamente cheguei à conclusão de que num apartamento pequeno não havia muito espaço para uma cadela Labrador a crescer todos os dias, mais 3 pessoas e outra a caminho. No jardim onde a passeávamos havia uma senhora, que passeava os seus dois cães e que achava muita graça à Alma. Confrontada com o problema do espaço tomei a dolorosa decisão de dar a Alma à senhora que gostava tanto dela. Um dia, telefona-me aflita porque a Alma que antes era tão dócil não lhe obedecia (ah, falta aqui um detalhe: o dono da Alma é francês e falava-lhe na língua materna), querendo saber em que língua lhe eram dadas as ordens e que até já tinha consultado um dicionário de francês para ver se encontrava algumas expressões que a ajudassem na difícil tarefa de mandar. Isto de termos cães bilingues é muito complicado :-)

Rita Freitas disse...

Tão amoroso, o fox!