11 maio 2012

Bernardo Sassetti

Nunca esta música me pareceu tão triste - tão desamparadamente triste, tão irrecuperavelmente triste - como hoje.

9 comentários:

Lucy disse...

triste, triste mesmo... que mais nos irá acontecer?

Maria do Ceu disse...

Há tantas razões para gostar de ti, Amiga Helena!
:)
Um abraço grande grande!

Interessada disse...

Haverá mortes mais absurdas que outras?

Helena disse...

Céu, um abraço apertado, pois!
O Carlos Bica escreveu a propósito desta tragédia algo que me tocou muito:

"A vida é uma caixa de surpresas, algumas delas muito tristes. Temos de aprender a saborear cada vez mais os dias, horas e momentos que vivemos, pois o futuro esse não é de todo importante. Obrigado querido Bernardo Sassetti pela amizade e pela boa música que nos deixaste. Continuarás entre nós!"

Helena disse...

Interessada,
com certeza que há. Esta é do mais absurdo que se pode imaginar.

Já a da Jeanne Calment, por exemplo...

A morte é a única coisa certa na nossa vida. Mas a gente não conta com ela aqui ao virar da esquina, aos quarenta anos. Fica esta sensação de falta de sentido, da insegurança de nos movermos em cima de uma camada muito fina de gelo.

Anónimo disse...

Porra! Porra! Porra!
vocês desculpem mas não é justo
este é (mais) um verdadeiro murro no estomago. Dói muito.

João Fontes

Helena disse...

Não, João, não é justo. Nem parece real.
Não há palavrões que cheguem para acalmar a dor e a perplexidade.

sem-se-ver disse...

obrigada pelo teu comentário no meu blog, Helena, e obrigada por teres utilizado o 'meu' tube desta peça imortal de génio melódico, e de adequação tal a um filme que não só o identifica, cria-o. mais do que personagem do filme, cria o filme.

é indizível, tudo isto, todo este absurdo, todo este horror, toda esta família destroçada, para sempre, toda esta cultura amputada, para sempre.

Helena disse...

sem-se-ver,
quando fui apanhada por essa notícia, lembrei-me imediatamente do encanto com que falavas desta peça. Regressei a ela, e claro que tinha de ser esta!

De resto, não há palavras. Há quem tente os palavrões, mas também não funciona.