26 setembro 2013

não é um cão, é um gato


Outono...

16 comentários:

Gi disse...

Porquê?

Cristina Torrão disse...

Como é giro :)
Tenho tanta vontade de lhe fazer uma festinha, de lhe pôr a mão nesse pelo fofinho...

A Lucy também se aninha ao sol e dobra as patitas assim como ele :)

Helena disse...

Cristina,
tem o pelo fofinho, tem.
As pessoas na rua pedem-me licença para lhe fazer festinhas. :)

Lucy disse...

??????

Izzie disse...

É tão giro, tão giro.

Cristina Torrão disse...

Sim, imagino :)

A propósito de pelo: a Lucy tem-no quase todo branco (as orelhas e as manchas na cabeça são a exceção) e, principalmente quando o sol brilha, há pessoas que se admiram por ela estar tão branquinha. "Foste bem esfregada, no banho" - dizem algumas.
Se elas soubessem que eu quase não lhe dou banho... Limpo-a com um pano húmido, depois do passeio, sim, mas sem esfregar ;)
Carinhos, cuidados e boa alimentação é quanto basta ;)

Helena disse...

Cristina, a Lucy é esse cãozinho da foto?

Gi, Lucy: ao vê-lo assim deitado a gozar o sol, lembrei-me logo de um gato. Daí o comentário.

Izzie,
pois é! :)

Helena disse...

Ou, Lucy: aqueles ?????? era por causa da Lucy branquinha da Cristina Torrão?

(por aqui a ficha às vezes cai com meses de atraso...)

Gi disse...

Helena, eu bem digo: tens de vir conhecer os cães algarvios.

Cristina Torrão disse...

Sim, é a minha Lucy, claro. Podes ver mais fotos aqui:

http://andancasmedievais.blogspot.de/2013/07/verao.html

e aqui:

http://andancasmedievais.blogspot.de/2012/05/passeio-de-barco.html

;)

Helena disse...

Cristina,
tão gira!

Gi,
:)

jose disse...

Não há comentadores marculinos.
Descanso do guerreiro.
Sabe como elogiei(apesar de um comentário chistoso da mulher,não ligue)o porte destemido e desafiador da sua fera perante dois canzarrões.

Helena disse...

"Descanso do guerreiro" é muito bom!
Ultimamente anda tão belicoso que já tive de o levantar bem alto para o proteger das consequências dos seus actos...
Maluquito, é o que é.
Dizem-nos que o devíamos castrar, mas não sei que me parece.

Cristina Torrão disse...

Quando os pequenitos se metem com os grandes, é sempre uma situação difícil. Pegar neles, em princípio, não é boa ideia, pois, além de os acirrar ainda mais (sentem-se mais fortes, amparados pelos "donos"), arriscas a também seres mordida. Mas é um reflexo muito difícil de evitar, eu sei.

Quanto à castração, pelo que tenho ouvido, pode modificar alguma coisa, mas também há casos em que se não modifica nada :(
A castração em si não parece afetar a alegria de viver dos canitos. Vivendo no seu ambiente natural, em matilhas, só o chefe da matilha tem direito a procriar com as cadelas, pelo que a maior parte dos cães tem mesmo de refrear os seus instintos (assim dizem os especialistas).

jose disse...

Tive um gato também assim arraposado. Não o mandei castrar por causa da convicção que se nasce integral e só em casos extremos deveremos extirpar porções do corpo.Nunca atacou senão chinelos felpudos.E uma mijita quando passeava pela casa...De resto era adorável.

Helena disse...

Pois é, a castração. Pergunto-me se é assim tão necessária, e se muda realmente tanta coisa.

Enquanto não tivermos certezas, vai ficando tudo como está.

Quanto aos pequenitos e aos grandes: por sorte, os donos dos grandes são melhores educadores que nós... Ontem este maluco rosnou a um dez vezes maior que ele. Eu fiz uma pergunta retórica "quem rosnou aqui?!" e o dono do outro respondeu com um sorriso tolerante "o meu não foi..."