Assistir à versão praticamente completa do Metropolis de Fritz Lang, com
a orquestra do cinema dirigida pelo maestro Marcelo Falcão, no Babylon - a sala que vem do tempo do cinema mudo, com o respectivo órgão cheio de recursos para a sonoplastia, ambos já a caminho dos cem anos.
Como se não fosse pouco, assistir na fila da frente, a menos de um metro do maestro.
(Uma pessoa não dá vazão: ele é o filme, ele é a música, ele é os
músicos, ele é o maestro... Se me inventassem uns óculos tipo olho de
mosca, para poder olhar ao mesmo tempo em todas as direcções, isso é que
era!)
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