Uma pessoa esforça-se imenso a puxar pelos neurónios para escrever uns posts aceitáveis sobre cartoons e anti-semitismo, mas o que o pessoal pede mesmo é a receita para o bolo de que falei aqui há tempos.
(Este mundo está roto: chove nele como na rua!)
Que fazer, quando o cliente tem sempre razão?
Escreve-se o post mais fácil de escrever desta semana...
Zupfkuchen
(receita traduzida deste site)
Para a massa:
300 g de farinha
30 g de cacau em pó, não adoçado
2 colheres de chá de fermento em pó
150 g de açúcar
1 pacote de açúcar baunilhado
1 ovo
150 g de manteiga
Gordura para untar a forma
Para o recheio:
250 g de manteiga
500 g de quark magro (penso que se encontra no Lidl)
200 g de açúcar
1 pacote de açúcar baunilhado
3 ovos
1 pacote de pudim de baunilha
1 vagem de baunilha (apenas o interior)
Para a massa: misturar a farinha com o cacau em pó e o fermento. Adicionar os restantes ingredientes para a massa e misturar bem. Formar uma bola, cobrir com película aderente e deixar no frigorífico durante pelo menos 30 minutos.
Para o recheio: derreter a manteiga numa caçarola e deixar arrefecer.
Untar uma forma de bolos de 26 cm com fundo amovível. Com o rolo, estender metade da massa (se preferir uma base ligeiramente mais espessa, também pode usar 2/3 da massa) e forrar com ela o fundo da forma, criando uma borda com cerca de 2 cm de altura.
Com a batedeira, misturar o quark com o açúcar, o açúcar baunilhado, a polpa de uma vagem de baunilha, os ovos, o pudim em pó e a manteiga derretida. Quando a massa estiver ligada, passar para a forma e alisar. Partir a massa restante em pedaços pequenos e espalhar sobre o recheio.
Levar ao forno a 180°C (calor estático em cima e em baixo), num tabuleiro colocado a 1/3 da base do forno, durante aproximadamente 60 minutos. Depois de assar, deixar o bolo arrefecer na forma em cima de uma grelha.
[ Algumas notas críticas: estou convencida de que se batesse as claras em castela o bolo ia ficar com uma textura menos maçuda. E se deitasse alguma raspa e sumo de limão também ajudava - mas não sei como é que o limão se iria dar com tanta baunilha. ]