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09 fevereiro 2015
08 fevereiro 2015
concerto promenade - um dia destes ainda caio ao lago
Isto de chegar bem perto da margem inclinada e escorregadia de gelo e neve, um dia destes ainda acaba mal. E nem sei se prefiro cair ao lago em estado sólido (catrapum, ai!) ou líquido (splash, glu glu).
Hoje estava completamente gelado, e durante a noite o vento brincou com a neve como nas praias portuguesas brinca com a areia.
Hoje estava completamente gelado, e durante a noite o vento brincou com a neve como nas praias portuguesas brinca com a areia.
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da minha vida vê-se um lago
concerto promenade - às vezes dá-me vontade de passar um pente na paisagem
Às vezes dá-me vontade de passar um pente na paisagem, e depois dou-me conta que isto não é ser alemã, isto já é ser suábia. Estamos mal.
(Fotografias do passeio desta manhã com o Fox. Desta vez não há imagens do bicho porque ele andava muito interessado no perfume de uma cadela que por lá passou, e foi tratar da vida dele em vez de ficar a posar para mim.) (Já não há respeitinho.) (Nem pode haver - pelo menos por uma mulher que passa metade do seu tempo a gritar em surdina "ó Foooooox! ó Foooooox!")
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05 fevereiro 2015
concerto promenade - vou ali e já venho
Ia fazer o post "concerto promenade" com a colheita desta manhã, mas o céu está azul, o sol está a pôr-se, largando sobre a neve aquela luz oblíqua dos poemas. Em vez de terminar o post com a colheita da manhã, vou ali fazer uma colheita nova, e já venho.
(Eu bem digo que esta cidade é um stress: como se não bastasse o programa cultural, agora tenho os passeios com o cão - únicos e irrepetíveis, três ou quatro vezes por dia.)
(Eu bem digo que esta cidade é um stress: como se não bastasse o programa cultural, agora tenho os passeios com o cão - únicos e irrepetíveis, três ou quatro vezes por dia.)
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fox news
03 fevereiro 2015
02 fevereiro 2015
concerto promenade - andamento: lento, quase a contragosto
Na rua, dois polícias iam à minha frente. E eu atrás deles. Aproximei-me, falei-lhes. Perguntaram-me porque é que os estava a seguir há tanto tempo. "Para os controlar", respondi a rir. Eles também se riram, que em Berlim permitem-se certas gracinhas - pelos menos em momentos de sol como aquele. Disse-lhes que encontro várias vezes carteiras abandonadas na zona do lago, e que havia uma mochila pendurada, já há vários dias. Pediram-me para ligar sempre à polícia a avisar.
- E devo abrir as carteiras, para ver o que está dentro?
- Pode abrir, mas depois deixa as impressões digitais e pode ir presa...
Enquanto eles vasculhavam a mochila, eu fotografei uma pocinha de gelo ali ao lado, e olhava para eles pelo canto do olho, tentando ver sem dar nas vistas. O que não foi muito inteligente: ainda me arrisco a ser o Robert Murat aqui da região...
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