29 dezembro 2019

muito amor

Depois de uma semana a comemorar longamente à mesa o amor e a amizade que nos temos, ocorre-me mais um nicho de mercado: alguém que invente suspensórios para collants!

(sim: temo-nos mesmo muito amor)

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Adenda: no facebook fizeram-me muitas sugestões de truques para resolver o problema, para gáudio de alguns cavalheiros que lá passaram. Até houve quem me mostrasse uma imagem do Superhomem, para eu ver como ele resolveu o seu problema. Só faltou mesmo sugerirem uma dieta relâmpago...

Deixo aqui o meu protesto, para o caso de passar por aí alguém (que conheça alguém que conhece alguém) ligado a produtores de collants:

A quem sugeriu meias a 3/4 e assim: moças, vocês não sabem o que estão a dizer. Com as temperaturas do inverno berlinense, ia precisar de usar cuecas calção em lã para não desgraçar os rins, ou a bexiga, ou sei lá o quê.
A quem sugeriu collants dois t
amanhos acima: e porque não collants com, digamos, corte imperial? Os produtores que poupam material na parte da cintura deviam ser obrigados a usar os seus próprios collants (mas sem calças para segurar).A quem sugeriu todos aqueles truques de "pôr por cima isto e aquilo": obrigadinha. Gostava que os produtores de collants pensassem em resolver os nossos problemas, em vez de termos de ser nós a tratar de resolver os problemas que eles nos criam.



2 comentários:

Jaime Santos disse...

Essas coisas já existem e chamam-se jarreteiras. Até há uma famosa ordem britânica, the Order of the Garter, que leva o nome desse antigo acessório de vestuário :-) ...

Unknown disse...

siiim, essa ordem da jarreteira tem o lema + incrível do mundo pré-politicamente-correcto: «Honi soit qui mal y pense»

Mónica G