26 janeiro 2012

por falta de tempo

Por falta de tempo, volto a algo realmente importante e essencial.   (já votaram hoje no aventar?)   (hihihi)    (mas porque é que eu não consigo resistir a perder o tempo - que não tenho - com gracinhas patetas?)    (adiante)     (e desculpem)

Por falta de tempo para mais, copio para aqui um cartoon que encontrei no facebook graças a um amigo. Além de ser um desenho genial (ai, Quino!), não nos livramos tão facilmente desta ideia incómoda de haver por aí algo diabólico que nos ovelhiza a vida.



17 comentários:

snowgaze disse...

Mesmo no cartoon, por muita flauta que ouçam, as ovelhas não deixam de ser ovelhas... ;)

Helena disse...

Pois, mas viste que não havia ali nenhuma ovelha negra? Já é um começo...
;-)

Helena disse...

E viste que elas têm um ar muito mais individualizado a ouvir música que a ver televisão?
Aquele Quino é mesmo bom.

sem-se-ver disse...

conheço todo (não é força de expressão, é mesmo TODO) o quino. e homem só tem mesmo essa palavra para o definir: génio.

Teresa disse...

É só pousar o olho e identificamos-lhe logo o traço único (e hilariante de percepção). Nem precisamos de olhar para a assinatura. Genial Quino!

Teresa disse...

Pronto, Quino + ovelhas = associação de ideias e eu a rir sozinha.

Cartoon da Mafalda. Quadros sucessivos, Mafalda, Filipe, Miguelinho, cada um na sua caminha, a contarem carneiros para adormecer. Em cada quadro vê-se uma ovelha a saltar airosamente por cima de uma cerca.
Último quadro, Susaninha. Instalada de um lado da cerca, cotovelos fincados e ar calhandreiro, bombardeia um monte de ovelhasde ar atordoado:

- E o pastor que vos guarda é casado? Tem filhinhos? Dá-se bem com a mulher?.. fhfhgf

jj.amarante disse...

Falta a imagem final em que o rebanho, habitando uma zona rural montanhosa, ficou sem TV por causa da TDT (Televisão Digital Terrestre) e entretanto o pastor ovelha já não consegue tocar flauta.

Paulo disse...

A que se sentou confortavelmente a ouvir o flautista é um mimo.

Helena disse...

Isto é impressionante: às vezes gasto neurónios como se estivessem em saldo, quantidades incríveis deles, para fazer um postezinho de jeito, e ninguém reage. Hoje limitei-me a copiar um cartoon que encontrei no facebook, e desata tudo numa conversa fiada.
Mais engraçado ainda: apesar de os comentários serem moderados, e ninguém ter visto o que os outros escreveram, até parece que estão a falar uns com os outros.

Helena disse...

sem-se-ver: génio, pois. E também o conheço bastante - não direi todo, porque há cerca de vinte anos começou a ficar muito amargo e eu emigrei. Mas a Mafalda, e aqueles Mundo Quino, Artes e Partes, Eu Estou Aqui, etc. - ainda hoje vou de bom grado revê-los.

Teresa: o traço, pois. Também reconheci o Quino no primeiro segundo. Teria ficado incrivelmente surpreendida se não fosse ele.

jj. amarante: a ruralidade, pois! Assim se prova que o que nos vai salvar a todos é regressar à ruralidade. Atrás dos montes é que os portugueses permanecem gente do melhor...
;-)

Paulo: essa, pois. ;-)

Carlos Azevedo disse...

Espectáculo de cartoon! E sim, é verdade: têm um ar muito mais individualizado a ouvir música -- esse pormenor é mesmo de génio.

Gi disse...

Excelente boneco.
Mas Helena, tens alguma coisa contra as ovelhas negras? ;-)

Helena disse...

Tenho, pois! A lã das ovelhas negras não pode ser tingida. Queres mais fundamentalismo que isso?
;-)

sem-se-ver disse...

ou a da mafalda a contar carneiros 20, 21, 22, 23..zzzzz e quando adormece fica uma em cima da barreira e faz mééééé´com um ar mt chateado e a mafalda entreabre o olho 24 e o carneiro lá salta todo contente :D

Helena disse...

Sim, muito giro.
E há um outro, em que um homem é transformado em diferentes animais ao longo do dia: no metro com ovelhas, no trabalho com bois, etc.
Lembro-me muito dele, mas já nem me lembro bem dos animais nem sei em que livro está.

Teresa disse...

Lembro-me perfeitamente, mas também não sei qual o livro, talvez o Gente.
Às vezes tenho de folhear vários livros até encontrar o cartoon que procuro.

sem-se-ver disse...

teresa,
eu tenho sempre que folhear os livros para encontrar. mas a minha memória é um desastre, em particular comparada com a sua :))